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There’s been such a long time since I’ve started working with the community that is working to change the music scene in Brazil, bringing the real freedom to musicians and to music here.

This movement is being pushed in Brazil by a a group of individuals and bands, and “O Teatro Mágico” (something like “The Magic Theatre”… you really need to see what they doing here searching for “O Teatro Magico” at Youtube !).

One of their songs, named “Durma, medo meu” is simply the music that really touched me on the past years, and I’ve decided to give something back…

If they were a “Regular Band”, the most could do was limited to a letter, but seeing that they’re really pushing the limits of the free music in Brazil, using only Free Software, I’ve recorded a Piano on the song, years after it was recorded.

You may check the final result here:

- Youtube

- Download

Long live to freedom, and long live to free music ! Together we’re even better !

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Quién ya me conosce, sabe que tengo trabajado hace algun tiempo con la gente que esta trabajando para cambiar la musica brasileña, en vista de la liberdad del artista e de la musica.

Uno de los principales incentivadores de eso en Brasil son los queridos amigos de la trupe llamada “O Teatro Mágico” (algo como “El Teatro Mágico”).

Una de sus canciones, llamada “Durma, medo meu” es simplesmente la canción que más me ha tocado en los últimos años y por eso, utilizando software libre, he hecho una “participación especial” ne su grabación, años después de que ella se realizó.

Por eso, les presento “Durma, medo meu”, com mi piano, cosa que solo la música libre nos permite:

- Youtube

- Download

Viva la música libre !

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Durma, medo meu…

July 4th, 2010

Peço licença aos que me acompanham por aqui, para lhes dar um presente neste começo de semana…

Vivo escrevendo aqui sobre tecnologia e por vezes cito música livre além de já ter escrito algumas sobre o Teatro Mágico.

Finalmente tenho alguma coisa bem legal para ilustrar a todos como o mundo têm mudado nos últimos tempos, tomando por base o compartilhamento de conhecimento e as maravilhas que o Software Livre nos permite.

Sou fã de carteirinha de uma banda brasileira chamada “O Teatro Mágico“, e vasculhando a rede por músicas deles, que estão todas disponibilizadas gratuitamente como música livre, um dia encontrei uma pérola chamada “Durma, medo meu…”.

É de fato uma das músicas mais bonitas que já ouvi na vida e ela me cativou desde a primeira vez que ouvi… só que a paixão foi tanta, que me senti na obrigação de lhe dar algo de volta…

Se fosse uma música de uma banda daquelas trancadas em gravadoras, eu pouco poderia fazer, mas sendo o Teatro Mágico a banda que puxa a nova MPB brasileira (MPB = Música Para Baixar), me senti mais do que bem vindo em devolver de forma sonora o que achava que a música merecia.

Foi assim que, utilizando software livre, alguns anos depois da música gravada, eu coloquei meu piano intrometido na música que tanto gosto…

Aos que se interessarem por ela, pode ser ouvida no YouTube aqui ou baixada em MP3 aqui.

Baixem, distribuam e divulguem: esta é a música livre !

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O Fork Blues…

June 4th, 2010

Há alguns meses, eu estava em casa tomando uma cerveja e tocando violão, quando me apareceu um riff de blues na cabeça. Imediatamente conectei meu violão elétrico ao meu notebook, e gravei a ideia de riff usando um software livre mais do que versátil e útil para isso chamado Audacity (além de ser o “canivete suiço” do áudio digital, ainda é multiplataforma).

Gravei o arquivo na boa e velha pasta onde deixo sempre minhas ideias musicais armazenadas, mas desta vez tive uma ideia diferente: Será que eu preciso mesmo fazer esta música toda sozinho ? Será que ela vai ser mais útil armazenada na minha “pasta de ideias” ou solta pela rede ?

Depois de pensar um pouco sobre o assunto, resolvi fazer diferente… resolvi criar uma música livre !

A ideia é bem básica: Gravei os instrumentos que consegui (Guitarra e Bateria) e resolvi disponibilizar as faixas aqui no meu blog para que as pessoas façam o que quiser com elas. Antes disso, resolvi enviar o material para alguns amigos ouvirem, e qual foi minha surpresa ao receber de um deles (Deivi, parceiro de várias batalhas) um e-mail dizendo: “Segura aí que vou gravar um baixo para colocar nela.”… Eu até ia pedir prá ele fazer isso mesmo, mas nem precisou.

Foi o Deivi também que deu o nome para esta experiência, “Fork Blues”.

Fork é o nome dado para as divisões (ou derivações) que existem de um determinado projeto de software livre. Estas derivações normalmente são feitas para que se possa implementar algumas funcionalidades em um software que atenda a um grupo específico, e não necessariamente a toda a comunidade. Espero que assim seja este nosso blues: um Fork eterno.

Minha parte já foi feita, e a do Deivi também (apesar de que ele já me disse que fez uma segunda versão da linha de baixo, criando o primeiro fork do blues). Agora vem a parte de vocês e na boa, qualquer um com um PC e um microfone pode participar da brincadeira.

Primeiro passo é baixar o Audacity no seu computador. O segundo é procurar na rede um tutorial sobre ele (eu encontrei dezenas e por isso nem sei qual é o melhor para indicar aqui). Ao invés de apontar um tutorial em especial, prefiro deixar aqui os macro passos do que precisa ser feito:

1. Abra a faixa que deseja no Audacity.

2. Verifique que seu microfone/instrumento musical esteja conectado ao Audacity e que seja possível gravar dele (milhões de tutoriais ensiam a fazer isso).

3. Adicione uma nova trilha ao projeto do Audacity, e conecte seu microfone/instrumento a ela.

4. Coloque a faixa para tocar e grave a sua contribuição.

5. Use a função “exportar” do Audacity para gerar o arquivo final (em .OGG, formato aberto de áudio).

Se você tiver tempo e paciência suficiente, existem diversos tutoriais que ensinam como mixar as trilhas, adicionar efeitos e masterizar sua música no Audacity.

Para quem tem mais conhecimentos em música e em software livre, recomendo mesmo é a utilização do Jack com o Ardour para a mesma operação (foi o que utilizei para gravar as guitarras e a bateria, e o detalhe aqui é que usei um violão elétrico para a gravação, e até a minha pedaleira foi um software livre,  Rakarrack).

A única exigência que faço pela utilização das faixas que estou disponibilizando é:

1. O material produzido com elas deve ser disponibilizado na Internet, respeitando estas mesmas exigências.

2. A URL com o link deste material disponibilizado na Internet deverá ser enviado como comentário a este post no meu blog.

3. Façam o que quiser com a música. Quanto mais Fork, melhor !

Espero que os itens 1 e 3 garantam a liberdade da música (e sua longevidade) e que o item 2 nos garanta uma forma centralizada de ter acesso aos forks…

As faixas são:

Guitarras

Guitarras e bateria

Baixo

Guitarras, bateria e baixo (versão mais completa que vou disponibilizar)

Está esperando o que para colocar uma letra nesse blues e soltar a voz no microfone ? Só sabe tocar campainha ? Aposto que cabe uma campainha no Fork Blues !

Boa diversão a todos, e espero que este projeto seja a prova de que juntos podemos muito mais !

Não vejo a hora de receber os links para as contribuições de vocês… Vida longa ao Fork Blues !

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The Fork Blues…

June 4th, 2010

A few months ago, I was at home drinking a beer and playing guitar when a blues riff  appeared on my mind. I immediately hooked my acoustic-electric guitar to my notebook and recorded the riff idea using a free software that is super versatile and useful called Audacity (besides being the “Swiss Army knife” of digital audio, it is also multiplatform).

I saved the file in the folder where I used to store my musical ideas, but this time I had a different one: Do I really need to make this song all alone? Will it be more useful stored in my “musical ideas folder” or free on the Internet?

After thinking a bit about it, I decided to do things differently… I decided to create a free (as in freedom) music!

The idea is pretty basic: I recorded the instruments I could (Guitar and Drums) and decided to release the tracks here on my blog so that people can do what they want with them. Before that, I decided to send the tracks for some friends, and what was my surprise to get an email from one of them (Deivi, good in several battles in life)  saying: “Hold it, because I will write down and record a bass track to put into it.” … I was planing to ask him to do that, but wasn’t necessary.

Deivi also named this experience, “the Fork Blues.”

Fork is the name given to the divisions (or subdivisions) that may existi is a certain free software project. Those diferent flavors are usually made so that we can implement some features that meets a specific group, and not necessarily the whole community. I hope so this is our blues: an eternal Fork (as 80’s as it should sound :) ).

My part was done, and the Deivi’s one too (although he told me he made a second version of the bass line, creating the first fork this blues). Now it’s your turn to do the stuff here, and anyone with a PC and a microphone can join the fun.

First step is to download Audacity on your computer. The second is to look for a tutorial on the Internet about it (I found dozens and I simply cannot define “the one” to indicate here). Instead of pointing a tutorial in particular, prefer to leave here the macro steps that you’ll need to follow:

1. Open the track you want in Audacity.

2. Make sure your microphone / musical instrument is connected to Audacity and be able to record from it (several tutorials may help you here).

3. Add a new track to the Audacity project, and connect your microphone / instrument to it.

4. Click “Play”, pick your instrument, record it and enjoy the ride.

5. Use the “export” feature in Audacity to generate the final song file (in .OGG, the open format audio).

If you have enough time and patience, there are several tutorials that teach how to mix the tracks, add effects and mastering your music using Audacity.

For those who have more knowledge in music and free software I recommend is to use the same sw infrastructure I’ve used: Jack and Ardour. I used those to record the guitars and drums, and the detail here is that I used an acustic-electric guitar for the recording and even my guitar effects pedal was free software… Rakarrack.

The only requirements that I make regarding the usage of the audio tracks I’m publishing here are:

1. The material produced from them, should be made available on the Internet, respecting the same requirements stated here.

2. An URL link to the modified material shall be made available on the Internetand its URL shall be published as a comment on this post in my blog.

3. Do what you want with the music! Much more Forks, even better results !

I hope that items 1 and 3 guarantee the freedom (and longevity) of music and the second is focused in much more forks as possible…

The tracks are:

Guitars

Guitars and drums

Bass

Guitars, drums and bass (must complete version that I’ll provide here)

What are you waiting for to put a letter in the fork blues and give us your voice on the microphone? May you only able to play a door bell? I bet a door bell would sound greate at the Fork Blues!

Good fun for everyone, and I hope that this project shall proof that together we can deliver much more!

Just waiting to receive the links to yours contributions… Long live the Fork Blues!

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El Fork Blues

June 4th, 2010

Hace unos meses, yo estaba en casa tomando una cerveza y tocando la guitarra, cuando me llegó un riff de blues en la cabeza. Inmediatamente conecté mi guitarra eléctrica a mi notebok y registré la idea de riff, utilizando un software libre llamado Audacity (Además de ser la “cortaplumas suiza” del audio digital, aún es multi plataforma).

Guardé el archivo en la carpeta donde dejo siempre mis ideas de música almacenadas, pero esta vez algo distinto pasó en mi cabeza: ¿Realmente tengo que hacer solito esta canción? ¿Será más útil almacenada en mi carpeta “de ideas” o libre en la red?

Después de pensar un poco, me decidí a hacer diferente …  He decidido crear una música libre!

La idea es bastante simple: Grabé con los instrumentos que pude (Guitarra y Batería) y decidí poner a disposición los archivos aquí en mi blog para, que las personas hagan lo que quieran con ellos. Antes de eso, he enviado el material a unos pocos amigos para que lo escuchen.

Fue una grata sorpresa recibir un correo de uno de ellos (Deivi, compañero de varias batallas) un correo electrónico diciendo: “Espera que voy a componer, grabar y enviarte una pista con el bajo para el blues.”…  Justo lo que iba a pedir que hiciera, pero ya no fue necesario.

Deivi también dio el nombre de la experiencia, “Fork Blues”.

Fork es el nombre dado a las divisiones (o derivaciones) que hay de un proyecto específico de software libre. Estas derivaciones, por lo general son echas para que se pueda implementar algunas características en un software libre para que se ajusten a un grupo específico, y no necesariamente la totalidad de la comunidad. Espero que este sea nuestro camino: un Fork eterno.

Mi parte esta echa, tal como la parte de Deivi (aunque a mí me ha dijo que hizo una segunda versión de la línea de bajo, creando el primer fork del blues).

Ahora viene tu parte, y cualquier persona con un PC y un micrófono puede unirse a la diversión.

El primer paso es descargar Audacity en su equipo. El segundo es buscar en la red un tutorial sobre él (He encontrado docenas y por eso no sé cuál es el mejor para indicar aquí). En lugar de señalar un tutorial en particular, prefieren dejar aquí los pasos macro de lo que hay por hacer:

1. Abra la pista que desee en Audacity.

2. Asegúrese de que su micrófono / instrumento musical está conectado a Audacity y que sea capaz de grabar (existen millones de tutoriales para esto).

3. Incluya una nueva pista en el proyecto de Audacity, y conecte el micrófono / instrumento a ella.

4. Coloque la cancion para tocar y grabe su contribución.

5. Utilice la “exportación” la Audacity para generar el archivo final (en .OGG, formato abierto de audio).

Si tiene tiempo y paciencia suficiente, existen varios tutoriales que enseñan la forma de mezclar las pistas, añadir efectos y hacer otras cosas con su canción en Audacity.

Los que tienen más conocimientos en música y software libre, recomiendo que se utilize Ardour con Jack para la misma operación (como yo he hecho para grabar las guitarras y batería, y el detalle aquí es que usé una guitarra acústica-eléctrica para la grabación, y hasta los efectos de guitarra foran hechos con un software libre, Rakarrack).

Los únicos requisitos que hago con los archivos que publico aqui son:

1. El material hecho a base de los archivos disponibles aquí deben estar disponibles en Internet,respetando estos mismos requisitos.

2. El enlace (URL) de este material debe estar disponible en Internet y enviado como comentario a este post en mi blog.

3. Haga lo que quieras con la música. Cuantos más Forks, mejor!

Espero que los puntos 1 y 3 garantizen la libertad de la música (y sus longevidad) y el segundo punto una garantía de tener un sistema centralizado de acceso a los Forks…

Las pistas son:

Guitarras

Guitarras y batería

Bajo

Guitarras, batería y bajo (versión más completa)

O que estás esperando para poner una letra en el blues y el regalarnos con su voz al Micrófono? Sólo sabes tocar campanilla? Apuesto que una campanilla vá muy bien en Fork Blues!

Grand diversión para todos, y espero que este proyecto sea una prueba de que juntos podemos más!

No puedo esperar para recibir los enlaces para las contribuciones de ustedes … ¡Viva el Fork blues!

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5 anos de ODF

May 3rd, 2010

No último dia 1 de Maio, comemorou-se o aniversário de cinco anos de aprovação do ODF 1.0 pelo OASIS ODF TC, e muitos textos interessantes foram publicados desde então. Esperei alguns dias para publicar o meu, e vejo que fiz bem, pois fazendo um apanhado do que foi escrito sobre o assunto vemos que o ODF realmente mudou o mercado de suítes de escritório.

 

Na minha opinião, o mais completo dos textos publicados é do Rob Weir, pois ele traça uma linha histórica sobre os aplicativos de escritório desde seu início nos anos 70 até os dias atuais. Esta história pode ser sumarizada através da figura abaixo, e nela podemos ver que o mercado viveu um apagão durante a década de 90.

 

Office Suites Timeline

 

O segundo artigo que destaco é de David LeDuc da ODF Alliance. Nele é feito um comparativo entre as suítes de escritório existentes no mercado, as versões do ODF desenvolvidas desde então e a evolução na adoção do padrão feita pelos países.

 

5 Years of ODF - Timeline

 

Me surpreendi ainda hoje com um artigo publicado no blog de um outro amigo, Roy Schestowitz, que decidiu ilustrar seu artigo com a foto abaixo, do Presidente Lula com o boné do ODF. Esta foto foi tirada no FISL 10, e quem fez e entregou o boné ao Presidente foi meu incansável amigo Vitório Furusho, que recebeu o ODF Awards no ano passado, em reconhecimento ao trabalho que tem feito pela divulgação e adoção do ODF no Brasil.

 

President Lula ODF Cap

 

Eu acompanho o desenvolvimento do ODF diariamente há 3 anos, e lhes afirmo que apesar da pausa para comemorar os 5 anos de sucesso, temos muito trabalho ainda pela frente. Cada dia que passa o ODF conquista mais e mais usuários, e incomoda cada vez mais aqueles que lutam para manter o “status quo”.

 

Aqueles que acompanham meu blog devem ter notado que eu não escrevo nada por aqui há uns bons meses, e muitos já me questionaram o motivo deste sumiço.

 

Passei por uma série de dificuldades na minha vida profissional e elas me trouxeram uma série de problemas na minha vida pessoal nos últimos meses, e se não fosse pelo apoio incondicional que recebo da minha família e de meus amigos, confesso que já teria jogado a toalha e desistido de batalhar tanto pelo ODF e pelos padrões abertos como fiz nos últimos anos. As dificuldades foram tamanhas que simplesmente perdi a vontade de escrever. É muito triste ver que por mais que eu tenha feito, ainda encontro uma série de portas fechadas para que eu possa dar continuidade ao meu trabalho, mas acho que este é mais um obstáculo que conseguirei driblar.

 

Confesso a vocês que é muito, mas muito difícil mesmo para um Latino Americano conseguir espaço e condições de trabalho justas para se dedicar como tenho me dedicado ao ODF e aos padrões abertos, mas a teimosia nata que temos é nossa principal força.

 

Fico feliz em ver que hoje, com o ODF completando 5 anos, nós latino americanos estamos saindo do rol de meros usuários de tecnologia da informação para participarmos cada vez mais do desenvolvimento internacional de padrões e tecnologia. Se alguém me dissesse que isso seria fácil, eu certamente não teria topado o desafio.

 

Parabéns ODF, parabéns OASIS ODF TC e parabéns a todos os amigos que têm batalhado tanto para levar o ODF para o mundo todo.

 

Roubando uma frase do genial Raul Seixas: “Eu tô tão lindo porém bem mais perigoso, aprendi a ficar quieto e começar tudo de novo: o que eu quero, eu vou conseguir !”

 

Aos inimigos, reforço um recado dado há alguns anos: Sou brasileiro, e não desisto nunca !

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5 years of ODF

May 3rd, 2010

On the May 1st, it was celebrated the fifth anniversary of the ODF 1.0 approval by OASIS ODF TC, and many interesting texts have been published since then. I waited a few days to post mine, and I see I did well, because now I can do an overview of what was written on the subject, and  we can clearly see that the ODF has really changed the market for office suites.

 

In my opinion, the most comprehensive of the articles is the one written by Rob Weir because he draws a historical line on the office applications since the 70s until today. This story can be summarized by the figure below, and in it is very clear that the office suite market experienced a blackout during the 90s.

 

Office Suites Timeline

 

The second article that I would like to highlight is David LeDuc’s one, from the ODF Alliance. In this article Davidm ade a comparison between office suite market, ODF development and evolution of the standard adoption by countries.

 

5 Years of ODF - Timeline

 

I was surprised today with an article published on the blog of another friend, Roy Schestowitz, which decided to illustrate his article with the photo below, showing President Lula with the ODF cap. This photo was taken at FISL 10, and who did the cap and gifted the President with it was my tireless friend Vitorio Furusho, who received the ODF Awards last year, in recognition of the work he has done for the dissemination and adoption of ODF in Brazil.

 

President Lula ODF Cap

 

I closely follow the development of ODF on daily basis in the past three years, and despite the break to celebrate five years of success, we have too much work ahead. ODF wins more and more users each day, and increasingly annoys those who struggle to maintain the “status quo”.

 

Those who follow my blog may have noticed that I didn’t wrote anything here on the past months, and many have questioned the reason for this disappearance.

 

I went through a series of difficulties in my professional life, and those caused me a serie of problems on my personal life in recent months, and without the unconditional support I receive from my family and my friends, I confess I would have thrown in the towel and given up battling for both the ODF and the Open Standards as I did in recent years. The difficulties were such that simply lost the will to write. It is very sad to see that after all the things I did in the past, I still fighting against a series of closed doors that don’t allow me to continue my work, but I believe this is just another obstacle that I’ll dribble.

 

I confess that is very, very difficult to a Latin American to get space and fair working conditions to allow work with the devotion that I’ve dedicated to ODF and Open Standards, but stubbornness is our main strength down here.

 

Glad to see that today, with ODF completing five years, we Latin Americans are leaving the role of mere users of IT to increasingly participate in the international development of standards and technology. If someone told me it would be easy, I certainly would not have stumbled upon the challenge.

 

Congratulations ODF, congratulations OASIS ODF TC and congratulations to all the friends who have struggled so much to spread ODF worldwide.

 

Stealing a phrase from the brilliant Raul Seixas (probably the most popular and controversial musician in Brazilian pop culture, something like our “Bob Dylan + Frank Zappa” on a single package): “I’m much more beautiful but far more dangerous, I learned to be quiet and start all over again: what I want, I’ll have! “

 

To my enemies, I just remind a message given a few years ago: I am Brazilian, and we never give up!

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5 años de ODF

May 3rd, 2010

En el último día 01 de mayo, se ha celebrado el aniversario de cinco años de la aprobación de ODF 1.0 en el OASIS ODF TC, y muchos textos de interés se han publicado desde entonces. Esperé unos días para publicar mí texto, y veo que fué una grand idea, por que ahora puedo hacer un resumen de lo que fue escrito sobre el tema, y con eso vemos que el ODF ha cambiado el mercado de suites ofimáticas.

 

En mi opinión, el artículo más completo es el artículo que escribió Rob Weir ya que el dibuja una línea histórica de las aplicaciones ofimáticas desde su creación en los años 70 hasta hoy. Esta historia puede resumirse en la siguiente figura, y en ella podemos ver que el mercado experimentó un apagón durante los años 90.

 

 Suites Ofimáticas

 

El segundo artículo que destaco es de David LeDuc de la ODF Alliance. En el artículo, se hace una comparación entre las suites ofimáticas en el mercado, las versiones de ODF desarrolladas y la evolución de las adopciones hechas por los países.

 

 

Me ha sorprendido hoy con un artículo publicado en el blog de otro amigo, Roy Schestowitz (http://techrights.org/2010/05/03/odf-5th-anniversary), que decidió ilustrar su artículo con la foto abajo presentada, el Presidente Lula con la gorra de ODF. Esta foto fue tomada en el FISL 10 (softwarelivre.org/fisl11), y quién hizo y ha entregado la gorra al Presidente fue mi incansable amigo Victorio Furusho (http://softwarelivre.org/furusho/), que recibió el ODF Award en el año pasado, en reconocimiento por el trabajo que ha realizado para la difusión y adopción de ODF en Brasil.

 

President Lula ODF Cap

 

Sigo el desarrollo de ODF diariamente hacen tres años, y a pesar de la pausa para celebrar los cinco años de éxito, tenemos mucho trabajo por delante. Cada día que pasa el ODF gana más y más usuarios y cada vez más molesta a los que luchan por mantener el statu quo.

 

Los que siguen mi blog deben haber notado que no he escrito nada aquí hacen algunos meses, y muchos han cuestionado la razón de esta desaparición.

 

Pasé por una serie de dificultades en mi vida profesional y eso me dio muchos problemas en mi vida personal en los últimos meses, y si no fuera por el apoyo incondicional que recibo de mi familia y mis amigos, confieso que me habría tirado la toalla y habida cuenta de la lucha, para el ODF y los estándares abiertos como lo hice en los últimos años. Las dificultades eran tales que simplemente he perdido la voluntad de escribir. Es muy triste ver que, después de todo que he hecho, aún encuentro una serie de puertas cerradas que dificultan la continuidad de mi trabajo, pero creo que este es otro obstáculo que voy a vencer en el camino.

 

Confieso a ustedes que es muy, pero muy difícil, para un latinoamericano obtener espacio y condiciones justas de trabajo para dedicarse como me he dedicado a ODF y los Estándares Abiertos, pero la obstinación que tenemos es nuestra principal fortaleza.

 

Me alegra ver que hoy, con el ODF a completar cinco años, los latinoamericanos están abandonando el papel de meros usuarios de tecnología de la información para participar cada vez más en el desarrollo internacional de normas y de la tecnología. Si alguien me hubiera dijo que iba a ser fácil, seguramente no hubiera aceptado el desafío.

 

Felicitaciones ODF, felicitaciones OASIS ODF TC y felicitaciones a todos los amigos que han luchado tanto para que el ODF sea conocido y utilizado en todo el mundo.

 

Robo una frase del genial Raúl Seixas (tal vez el mayor músico y poeta brasileño de las últimas décadas): “Estoy más hermoso, pero mucho más peligroso, aprendí a estar calado y empezar todo de nuevo: lo que yo quiero, lo voy a conseguir!”

 

A los enemigos, recuerdo una mensaje que los he enviado hacen unos años: Soy brasileño, y nunca me entrego!

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As if the dirty things he did with Brazil during the OpenXML BRM in ISO wasn’t sufficient, now Alex Brown suggests in his blog that Brazil shouldn’t be a SC34 member at JTC1. Reason: Brazil did not send delegates to the SC34 WG’s meeting in Paris last week!

Seeing that I was nominated as one of the Brazilian delegates, I want to make clear the explanation about my absence: I had no money to pay for my trip! (btw, since the middle of this year I don’t know what is “have money” for anything …).

For lack of time (and resources as well), we couldn’t send any other delegate to the meeting, but still committed to work strong  and with with great dignity at the SC34.

What makes me more angry with the arrogant and biased attitude English citizen, is to see what Brazil has done in recent months within the SC34:

- Reviewed and voted 4 documents with the corrections proposed to OpenXML, and rejected the 4 documents based on several technical comments, that could be summarized by one single phrase “you are attempting to approve as a corrigenda what should be voted as an amendment, given the technical impact of the relevance of the proposed changes.”

- Reviewed and voted 2 other OpenXML documents (amendments), and rejected both because some of the technical changes proposed were inadmissible, and wouldn’t fix the problems that have been swept under the carpet since the pathetic approval of OpenXML as an international standard (those 6 documents together have more than 800 pages).

- We have 4 Brazilian delegates participating in a new working group (WG6) of SC34, which will deal with ODF maintenance in ISO.

- Most of us did (and will do) all this work without receiving a penny from any company, using our rare spare time and weekends, for the pleasure of helping with the development of international standards and to honor the name of our Brazil in ISO.

Someone needs to tell Alex Brown that Brazil is the largest economy in South America, that we have much more expertise than his arrogance and bias let him see, and we’re on the international IT standardization scenario to stay. Furthermore, we are all the time inviting and motivating more and more Latin American brothers to participate in these international discussions, and we believe that this is the only way we have to defend our interests and finally leave the technological colonization that we lived in the last centuries.

In addition to attack Brazil, the idiot also attacks Malaysia, that also voted against some of the mentioned documents (and couldn’t be in Paris). He must be really angry to see “this bunch of third world fellas thinking that now they have word and can manifest themselves in international standardization efforts.”

I wrote this post to show everyone the type of person that we have to deal with in the international standardization world, and also the kind of low level tricks that these people are capable of doing.

I REALLY wanted to know who contributes more in a process like that: Who actually reads and analyzes a proposed international standard (and rejects it based on several technical issues), or who approves it without reading the text, using the name of their country for personal profit?

I am really outraged by Alex, but he can try everything he wants, because I’ll never give up from fighting for the things I believe, as much as he continually disrespects, without shame in his face, our Brazil.

Brazilian National hymn says:

“Shall see that your son doesn’t escape the fight!”

I thank Fernando Gebara to have immediately registered his (and our) repudiation about what the unhappy man wrote.

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