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Com o intuito de esclarecer ao público em geral quais são os impactos de padrões abertos de documentos de escritório na Comunicação em Rede, Sérgio Amadeu (Faculdade Cásper Líbero) realizou um bate papo comigo (Jomar Silva) e com o Deivi Kuhn (SERPRO) para conversarmos sobre os padrões de documentos existentes atualmente e sua importância.

No vídeo, que também pode ser acessado aqui, nós falamos sobre o problema da falta de interoperabilidade entre formatos de documentos, ODF e seus benefícios e também sobre o OpenXML. Como eu e o Deivi participamos de todo o processo de avaliação do OpenXML no Brasil, além de participarmos da delegação brasileira no BRM na Suiça, aproveitamos a oportunidade para esclarecer o episódio que ficou conhecido como “guerra dos padrões”, que envolve a avaliação do OpenXML pela ISO.

A duração do vídeo é de aproximadamente 50 minutos e um dos motivos que nos levou a publica-lo no Google Video é que lá ele pode ser visto na íntegra (no YouTube ele seria quebrado em 6 episódios… aí acaba virando “seriado americano” :D ). Além disso, no Google Vídeo pode-se fazer o download do material, já ajustado para iPod e similares (boa dica de  para quem não tiver nada para assistir na próxima ponte aérea).

Gostaria de agradecer ao Sérgio Amadeu pela oportunidade e a equipe da Cásper que trabalhou na produção do vídeo. Agradeço também ao Deivi que conseguiu arrumar 1 hora em um final de tarde em Sampa para a gravação.

Boa diversão a todos e aguardo os comentários (e eventuais perguntas tb).

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5 Responses to “Padrões Abertos na Comunicação em Rede (ODF e OpenXML)”

  1. João Sérgio

    Minha net é muito lente. tinha como extarir o aúdio e me enviar?

  2. LON

    o Office do windowns que ler o .odt não traz todos os recursos do Broffice como salvar um documento .odt com senha.

    este movimento é interessante, no entanto ainda uso o formato .doc pois os meus amigos e colegas não possui o office atualizado que ler o .docx

    o ponto positivo que eu vejo no .ODT é que o tamanho dos arquivos gerados é menor que o .DOC

    icq 147889677

  3. Rui Ogawa

    Jomar, mais uma vez parabéns pelo belo trabalho que vem fazendo. Tudo fica mais fácil quando o foco são os padrões e não as ferramentas.

  4. Rui Ogawa

    Caro LON,

    Como você mesmo citou, o BrOffice.org tem vários recursos adicionais que o tornam uma alternativa bem interessante. Quanto ao fato do seu amigos usarem o outro, vai uma dica dada pelo Jomar e pelo Cláudio Filho na palestra que ocorreu no 1° Encontro do Software Público Brasileiro, em Brasília: junto com o documento em .odt, envie o link para o seu amigo baixar o BrOffice.org. É melhor, é aberto e é de graça!

  5. Ivan Moraes

    Guerra de lobistas? ADOREI!

    O “canonical mapping” nao esta especificado. O que vem a ser “mapeamento canonico”? Se eh igual o mapeamento das “funcoes” de MIDI exceto muitissimo maior, eh otimo.

    So que o mapeamento de MIDI foi roubado por lobistas. O que restou foi um computador de um lado, um syntetizador de outro, e um mundo ideal no qual ninguem entra bem entre os dois. Pra entrar naquele mundo voce precisa de um programa chamado “sequencer”, que eh carissimo, que eh uma bagunca literal e funcional, e que nao sobrevive transferencia pra qualquer outro computador.

    (A comparacao eh supersimplificada sim. Eh intencional.)

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