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Last week, Sérgio Amadeu published an excellent text about the Brazilian National Conference of Communication and in the text, he lists what he considers the rights of citizens in communication through digital networks.

On past weekend, I met with him and some friends, and agreed that the drafting of a statement like this is very important, because through it, we can express a number of concepts that define the world of free (as in freedom) communication on the Internet that we fight both to build and maintain.We also agree that this statement should not necessarily be only Brazilian, but it could be adopted (and therefore developed with the assistance) of communities around the world.

For this reason, I am posting here on my blog to the original statement (written by Sergio Amadeu), making the appropriate changes to allow it to be used worldwide (and not only in Brazil).

During the next 15 days (until October 6th), we kindly ask that you disseminate this statement and to submit through comments on this blog post your suggestions for amendments or additions. Thereafter, we’ll consolidate all contributions received and disclose the final version of the document.

Let’s build together a statement of the digital world that we want to live, and based on it, we can face the threats to our freedom that are emerging in our legislative houses.

 

CITIZENS’ RIGHTS ON COMMUNICATION IN DIGITAL NETWORKS:

Everyone has the right to access the Internet regardless of income, class, creed, race, color, sexual orientation, without physical or cultural discrimination

All Internet users has the right to full accessibility, regardless physical or cognitive difficulties they may have.

Everyone has the right to open their networks and share their internet signal, wired or wireless.

All citizens have the right to non-monitored communication.

Every Internet user has the right to free navigation, anonymously, without interference, and without his digital trail being identified and stored by corporations, governments or others, without his authorization.

Every interactant has the right to share files through P2P networks without any corporation filtering or defining what he should or should not communicate.

Every citizen has the right to don’t have his computer invaded, or his data violated by crackers, corporations, or DRM mechanisms.

Everyone has the right to copy files through the network to his own fair and non-commercial use.

Every citizen has the right to access public information on Internet sites without discrimination of operating system, Internet browser or computer platform used.

Everyone has the right to write on blogs and social networking with his own name, nick name or anonymously.

Every blogger has the right to accept or refuse anonymous comments, without being responsible for their content.

I look forward to contributions from you.

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La semana pasada, Sérgio Amadeu publicó un excelente texto sobre la Conferencia Nacional de la Comunicación Brasileña, y en el texto, el enumera lo que considera los derechos de los ciudadanos en la comunicación en las redes digitales.En el fin de semana pasado, me reuní con él y con algunos otros amigos, y hemos hablado que la redacción de una declaración como esta es muy importante porque a través de ella podemos expresar una serie de conceptos que definen el mundo de la comunicación libre en la Internet que hemos luchado tanto para construir y mantener.

También estamos de acuerdo que esta declaración no necesariamente debe ser sólo de Brasil, pero podría ser adoptada (y por tanto elaborado con la asistencia) de las comunidades de todo el mundo.

Por esta razón, que publico aquí en mi blog la declaración original (escrita por Sérgio Amadeu), haciendo los cambios adecuados para que pueda utilizarla en todo el mundo (no sólo en Brasil).

Durante los próximos 15 días (hasta el 06 de octubre), le rogamos que difunda esta declaración y que presente a través de comentarios en este blog sus sugerencias de modificaciones o adiciones. A partir de entonces, vamos a consolidar todas las contribuciones recibidas y divulgar la versión final del documento.

Vamos a construir juntos una declaración del mundo digital en que nos gustaría vivir, para que la tengamos como base para enfrentar las amenazas a nuestra libertad que han surgido tanto en nuestras cámaras legislativas.

 

DERECHOS DE LOS CIUDADANOS EN LA COMUNICACIÓN EN REDES DIGITALES:

Toda persona tiene derecho a acceder a la Internet, independientemente de su renta, clase, credo, raza, color, orientación sexual, sin discriminación física o cultural

Todos los usuarios de Internet tienen derecho al accesibilidad plena, independientemente de las dificultades físicas o cognitivas que puedan tener.

Toda persona tiene derecho a abrir sus redes y compartir su señal de Internet, por cable o inalámbrica.

Todos los ciudadanos tienen el derecho a la comunicación no vigiada.

Todo usuario de Internet tiene derecho a la navegación libre, anónima, sin injerencias y sin que su rastro digital sea identificado y almacenado por empresas, gobiernos u otras personas sin su autorización.

Todo interactante tienen el derecho a compartir archivos en redes P2P sin que ninguna corporación filtre o defina lo que el debe o no debe comunicar.
Todo ciudadano tiene el derecho que su ordenador no sea invadido, o que sus datos sean violados por crackers, corporaciones, o mecanismos de DRM.

Todos tienen derecho a copiar los archivos en la red para el uso justo y no comercial.

Todo ciudadano tiene el derecho de acceso a la información pública en los sitios de Internet sin discriminación al sistema operativo, navegador o plataforma informática utilizada.

Toda persona tiene derecho a escribir en los blogs y redes sociales con su nombre, nombre de código o de forma anónima.

Cada blogger tiene el derecho de aceptar o rechazar los comentarios anónimos, y no son responsables por su contenido.

Espero con interés las contribuciones de ustedes.

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ODF Workshop e CONSEGI 2009

September 4th, 2009

Passei a semana passada inteira em Brasília, participando do ODF Workshop e do CONSEGI 2009, e gostaria de dividir com vocês aqui um pouco do que vi, ouvi e falei por lá.O ODF Workshop 2009 teve duração de um dia e meio (25 e 26 de Agosto) e média de público acima de 40 pessoas em cada um dos dias, oriundas de 13 países (grande parte da audiência internacional era composta por gestores governamentais de TI e elaboradores de políticas públicas em seus países).

O primeiro dia de Workshop foi realizado dentro do Palácio do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) e tivemos a honra de contar com a presença do Ministro Celso Amorim na cerimônia de abertura. Foi um dia de excelentes apresentações, que nos mostraram o atual status da adoção do ODF e dos padrões abertos em diversos governos. Tive a oportunidade de contar um pouco da história do ODF para os participantes do evento, além de apresentar as principais novidades da versão 1.2 do padrão, atualmente em desenvolvimento no OASIS.

Talvez o ponto alto do primeiro dia de evento tenha sido o intenso (e interessante) debate que tivemos após a instigante apresentação feita pelo meu querido amigo Nagarjuna, da Free Software Foundation Índia. De forma muito resumida, Nagarjuna defendeu que é necessário que consideremos um crime a utilização de software e padrões proprietários, e é ainda necessária uma reação mais forte contra as tecnologias proprietárias (forte, não agressiva, e usou como exemplo a desobediência civil de Gandhi).

Após sua apresentação, o debate foi basicamente feito entre um grupo que concorda que é necessária uma atitude mais forte contra as tecnologias proprietárias e o grupo que acredita que devemos continuar tratando do assunto com mais calma… e foram quase duas horas de debate, talvez o mais interessante que já participei.

Acabamos concordando, entre outras coisas, que é importante que o tema seja cada vez mais debatido e compreendido pelos executivos e tomadores de decisão nos governos e empresas, e que a discussão nos níveis estratégicos é fundamental para que exista o suporte efetivo nos níveis operacionais.

Foi muito bom ouvir os dois lados, ouvir experiências que deram certo e errado (dos dois lados), e ao final, cada um deixou a sala com alguma coisa para pensar… e pelas conversas que tive nos dias seguintes, muita gente pensou mesmo sobre o assunto !

Demorei alguns dias para publicar este post pois pensei bastante sobre o debate, e gostaria de compartilhar com vocês as minhas conclusões: O Nagarjuna tem toda a razão.

A definição mais adequada que conheço de insanidade é “continuar fazendo o que sempre fazemos, e esperar que as coisas mudem”. Infelizmente todos nós da comunidade de padrões abertos e software livre, pela natureza de extrema liberdade em nossas convicções, acabamos atuando de forma insana.

Acho que o tempo de aceitar e conviver pacificamente com o mundo proprietário já passou e se continuarmos com a mesma postura tolerante, não chegaremos a lugar algum. Já se vão anos (prá não dizer décadas) que estamos explicando e mostrando a todo mundo que um novo paradigma de desenvolvimento tecnológico e cultural é possível, mas ainda assim, continuamos aceitando com muita facilidade algumas coisas… (ou seja, fazemos tudo do mesmo jeito…).

Posso pegar o meu caso pessoal como exemplo. Todo mundo sabe que trabalho e milito pelo ODF, mas ainda assim, tem gente que insiste em me enviar documentos em formatos proprietários, e ás vezes, por educação eu acabo aceitando… é ou não é uma insanidade ?

Decidi que á partir de agora, um documento em formato proprietário que chegar em minhas mãos terá dois destinos possíveis: A lixeira ou o remetente… Só assim as pessoas com quem convivo vão aprender de verdade a, no mínimo, respeitar a minha escolha de só utilizar um padrão aberto… Não é uma questão de radicalização, pois já fazem anos que falo de ODF até para os cachorros que vejo passando pela rua, é uma questão de respeito.

Na verdade eu já tenho uma postura assim em relação a software, pois há vários anos só utilizo software livre e depois de ter deixado bem clara a minha opção, é muito raro alguém chegar comentando sobre algum software “daquele” outro sistema operacional.

Como já dizia Gandhi, “Temos que ser a mudança que queremos ver no mundo”, e existem momentos em que precisamos passar do discurso á prática efetiva. Novamente insisto que para mim isso não é radicalização, é simplesmente uma questão de respeito… já conversamos e fomos tolerantes por muito tempo.

O segundo dia do ODF Workshop foi realizado dentro do CONSEGI, um evento de governo eletrônico e software livre organizado pelo governo brasileiro que cresce a cada ano. Neste segundo dia, a participação no Workshop estava aberta a todos os participantes do CONSEGI e me surpreendi com o número de pessoas do congresso que participaram do Workshop. Quem participou pôde ver mais um pouco sobre o que está sendo feito em relação a padrões abertos, ODF e software livre em mais três países: Brasil, Equador e Cuba. Também puderam presenciar a entrega do ODF Award a Vitório Furusho.

ODF Award 2009 para Vitório Furusho

Em resumo, o Workshop foi excelente e a troca de experiências e informações que ele nos propicia é fundamental. Fiquei ainda extremamente contente em ver que grande parte dos países que participaram do evento são países em desenvolvimento e fica uma mensagem muito clara para quem quiser ouvir: Padrões Abertos e Software Livre fazem parte de nossas agendas de desenvolvimento. Não é uma decisão tecnológica ou ideológica, mas uma questão de soberania.

Para ilustrar o que é o ODF no Brasil hoje, vale a pena destacar dois números apresentados durante o workshop (pelo Fabiano da Celepar, na apresentação do Case Paraná e pelo Paulo Maia, idealizador do Protocolo de Brasília). A estimativa atual é que já temos mais de 1,5 milhões de usuários de ODF só em governos no Brasil e, com as novas adesões ao protocolo de Brasília, vamos ultrapassar a barreira dos 2 milhões antes do final deste ano.

O CONSEGI deste ano foi melhor do que o do ano passado e só tenho uma certeza: O do ano que vem será melhor ainda (esse pessoal está se superando a cada ano), e me impressiona a dedicação, profissionalismo e paixão com que as pessoas trabalham no evento (mais de 3700 participantes).

Este evento é uma das raras oportunidades onde se pode presenciar um debate aberto e franco, sobre políticas públicas e tecnologia, com a participação de representantes de diversos governos (e falo aqui de representantes da presidência da república e ministérios de diversos governos). É realmente gratificante participar destes debates.

Como latino americano, militante do software livre e dos padrões abertos, fico muito orgulhoso de ver como os dois temas fazem parte da agenda de desenvolvimento tecnológico da maioria dos países latino americanos, e que tem sido ainda um ponto de convergência através do qual excelentes parcerias de cooperação tecnológica começam a sair do papel. É muito legal poder participar tão de perto de um momento histórico como este.

O CONSEGI ainda me surpreendeu pela quantidade (e qualidade) das palestras e debates sobre a cultura livre, com destaque para o movimento Música Para Baixar (carinhosamente chamado de “A nova MPB “), que me faz acreditar que realmente a cultura da colaboração vai prevalecer e permear toda a sociedade.

Me surpreendi ainda com a cerimônia de assinatura do protocolo de Brasília que foi realizada durante o CONSEGI, que teve sua adesão aberta á empresas e privadas, academia e organizações durante o evento. Temos agora mais de 44 assinaturas ao protocolo e o que surpreendeu foi o número de empresas que decidiram assinar o protocolo ali mesmo, durante a cerimônia de assinatura.

Durante a cerimônia de abertura do CONSEGI, na presença do Presidente Lula, os representantes do Exército e da Marinha Brasileira assinaram o protocolo. A Aeronáutica já havia assinado o protocolo no ano passado e agora, as três forças armadas brasileiras utilizam ODF !!!

Falando em Presidente Lula, não posso deixar de comentar que tive a honra de conhece-lo pessoalmente, minutos antes do início da cerimônia de abertura do CONSEGI e me surpreendi com o que descobri: o Presidente Lula sabe o que é ODF e sabe ainda a sua importância para nosso país :)

Gostaria de finalizar agradecendo ao SERPRO, Caixa Econômica Federal e ao Ministério das Relações Exteriores, por nos ajudar a organizar e realizar o Workshop ODF. Sem a ajuda de vocês, nada disso seria possível.

Agradeço ainda pela companhia e parceria do Marino Marcich, que já publicou suas impressões sobre o Workshop ODF aqui. Foi ótimo poder passar alguns dias com o Marino, discutindo sobre o que já fizemos juntos e sobre o que vamos fazer nos próximos anos (quem viver, verá !).

Para se ter uma ideia do sucesso do Workshop ODF entre os participantes, já temos ofertas para a realização dos workshops em 2010 e 2011 e não tenho dúvidas que serão excelentes eventos !

As apresentações feitas no ODF Workshop serão publicadas aqui.

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ODF Workshop and CONSEGI 2009

September 4th, 2009

I spent the entire last week in Brasilia, participating in the ODF Workshop and CONSEGI 2009 and I would like to share with you here some things that I saw, heard and spoke there.The ODF Workshop 2009 lasted one and a half days (25 and 26 August) and with average attendance over 40 people on each day, coming from 13 countries (most of the international audience was composed by governmental IT managers and public policy makers in their countries).

The first day of the Workshop was held in the Itamaraty Palace (Ministry of Foreign Relations) and we were honored to have Minister Celso Amorim at the opening ceremony. It was a day of excellent presentations, which showed us the current status of adoption of ODF, open standards and also free software in various governments. I had the opportunity to present there a bit about the history of the ODF, and present the main new features of version 1.2 of the standard, currently under development at OASIS.

Perhaps the highlight of the first day of the event was the intense (and interesting) debate that we got a after a presentation made by my dear friend Nagarjuna, from Free Software Foundation India. Briefly, Nagarjuna argued that it’s necessary to consider the use of proprietary software and standards a crime, and also argued that we need a stronger reaction against proprietary technologies (strong, not aggressive, and used the example of civil disobedience from Gandhi) .

After his presentation, the debate was basically done by a group that agrees that we need a stronger stance against proprietary technologies and the group that believes that we must continue addressing the issue more calmly … and we had almost two hours of debate, perhaps the most interesting I’ve ever attended.

We agreed, among other things, that it is important to have this topic discussed and understood by executives and decision makers in governments and businesses, and that the discussions on the strategic levels of the organizations are essential for build the proper support on operational levels.

It was great to hear both sides, listen to good and bad experiences (from both sides), and the end, each one left the room with something to think bout… and according to the conversations I had in the following days, many people really thought about it!

It took me a few days to publish this post because I thought a lot about the debate, and would like to share with you my conclusions: Nagarjuna is right.

The best definition I know about insanity is “keep doing what we always do, and expect things to change.” Unfortunately most of us in the community of open standards and free software, by the nature of extreme freedom in our convictions, are acting with insanity.

I believe that the time to accept and live peacefully with the proprietary world is over, and if we continue with the same tolerant attitude, we will get nowhere. It has been many years (not to say decades) that we are explaining and showing everyone that a new paradigm of technological and cultural development is possible, but we still too easily accepting some things … (in other words, we keep doing everything the same way…).

Can I give you my own case as an example. Everyone knows what I work and promote the ODF, but there are people who still sending me documents in proprietary formats, and sometimes, based on the politeness I accept those documents… is it insane or not ?

I decided that, from now on, a document in a proprietary format that came to my hands will have two possible destinations: The trash or the sender… Only with that, the people I know will truly learn, at least, to respect my choice to only use an open standard … It’s not a question of radicalization, because for many years I’d talked about ODF even to the dogs I see on the streets… It’s a matter of respect.

Actually I already have a position like this in the software field, because on the past years I only use free software and once I’ve made my choice clear to everybody, it’s very rare to have someone commenting with me about a proprietary software.

As Gandhi once said, “We must be the change we want to see in the world,” and there are times when we need to pass from the beautiful speech to the effective practice. Again I repeat that for me it isn’t a radicalization, it’s simply a matter of respect … we talked and have been tolerant for too long.

The second day of the ODF Workshop was held inside the CONSEGI, an e-government and free software event organized by the Brazilian government that grows every year. In this second day, participation in the Workshop was open to all CONSEGI attendants and I was surprised by the number of CONSEGI’s attendants who also participated in the Workshop. Those who participated, had the opportunity to see a little more about what is being done about open standards, free software and ODF in three countries: Brazil, Ecuador and Cuba. They also watched the delivery of the ODF Award to Vitório Furusho.

ODF Award 2009 to Vitorio Furusho

In summary, the Workshop was excellent and the experiences and information exchange that we had there was essential. I was also extremely pleased to see that many of the countries that participated in the event are developing countries, and this is a very clear message to whoever want to listen: Open Standards and Free Software are part of our development agendas. It is not a technological or ideological decision, but a question of sovereignty.

To illustrate what is ODF in Brazil today, it is worth highlighting some numbers presented during the Workshop (by Fabiano, from Celepar during the presentation of the Parana Case and from Paulo Maia, the author of the Brasilia Protocol’s idea). The current estimate is that we have over 1.5 million users of ODF only in governments in Brazil, and with the new signatures to the Brasilia Protocol, we will overcome the barrier of 2 million before the end of this year.

The CONSEGI this year was better than last year’s edition and only thing I’m pretty sure is that the next year CONSEGI will be even better. The people from CONSEGI organization really impressed me with the dedication, professionalism and passion with which they worked in the event (more than 3.700 attendants).
The CONSEGI is a rare opportunity where you can witness an open and frank debate about public policy and technology, with the participation of representatives from various governments (and I’m talking about representatives of the Presidency of the Republic and ministries). It’s really gratifying to participate in those discussions.

As Latin American and free software and open standards militant, I am very proud to see how those things are on the technological development agenda of in most Latin American countries, and has also been a focal point through which excellent partnerships and technological cooperation begin to give solid results. It’s excellent to be part of an historical moment like this.

The CONSEGI still surprised me by the quantity (and quality) of talks and discussions on free culture, especially about a Brazilian movement called “Música Para Baixar” - something like “Music To Download” - (affectionately called “The new MPB) which makes me really believe that the culture of cooperation will prevail and pervade the society.

I was also surprised by the Brasilia Protocol signing ceremony, which was held during the CONSEGI. On this ceremony, the Protocol’s signature was open to private companies, academia and organizations. We now have over 44 signatures in the protocol and I was surprised by the number of companies that decided to sign the protocol, during the signing ceremony.

Talking about the Brasilia Protocol, during the CONSEGI’s opening ceremony, in the presence of President Lula, the representatives of Brazilian Army and Navy signed the Protocol. The Brazilian Air Force had already signed the protocol last year and now, the three Brazilian armed forces use ODF!

Talking about President Lula, I had the honor to meet him personally, minutes before the CONSEGI’s opening ceremony and I’m surprised by what I discovered: President Lula knows what is ODF is and its importance for our country :)

I would like to end this post by thanking SERPRO, Caixa Econômica Federal and the Ministry of Foreign Affairs, for helping with the organization and execution of the ODF Workshop. Without your help, this wouldn’t be possible.

I am also grateful for the company and partnership of Marino Marcich, which has published his own impressions of the ODF Workshop here. It was great to spend a few days with Marino, discussing what we’ve done together and what we’ll do in the coming years.

To get an idea of the success of ODF Workshop among its participants, we have offers to host the workshops in 2010 and 2011 and I have no doubt that those will be great events!

The presentations made at the ODF Workshop will be published here.

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ODF Workshop y CONSEGI 2009

September 4th, 2009

Pasé la última semana toda en Brasilia, participando del Workshop ODF y CONSEGI 2009  y me gustaría compartir con ustedes algunas cosas que he visto, oído y hablado allí.El Workshop ODF 2009 duró un día y medio (25 y 26 de agosto) y con una asistencia promedia de más de 40 personas cada día, procedentes de 13 países (la mayoría de la audiencia internacional fue compuesta por los administradores gubernamentales de TI y responsables por la elaboración de políticas públicas en sus países ).

El primer día del Workshop se celebró en el Palacio Itamaraty (Ministerio de Relaciones Exteriores) y nos honra que el ministro Celso Amorim, participó de la ceremonia de apertura. Fue un día de excelente presentaciones, que nos mostró el estado actual de la adopción de ODF, estándares abiertos y software libre en distintos gobiernos. Tuve la oportunidad de presentar allí un poco sobre la historia de ODF, y presentar las principales novedades de la versión 1.2 del estándar, actualmente en desarrollo en OASIS.

Tal vez lo más destacado del primer día del evento fue el intenso (e interesante), debate que se realizó después de la presentación hecha por mi querido amigo Nagarjuna, de la Free Software Foundation India. En pocas palabras, Nagarjuna sostuvo que es necesario considerar el uso de software y estándares privativos un crimen, y también sostuvo que necesitamos de una reacción fuerte en contra de tecnologías privativas (fuerte, no agresiva, y utilizó el ejemplo de desobediencia civil de Gandhi).

Después de su presentación, el debate se ha realizado fundamentalmente por un grupo que estaba de acuerdo con la adopción de una postura más firme en contra de tecnologías privativas y el grupo que cree que se debe continuar abordando la cuestión con más calma … y tuvimos casi dos horas de debate, quizá el más interesante que he asistido.

Estamos de acuerdo, entre otras cosas, que es importante que este tema sea discutido y entendido por los ejecutivos y tomadores de decisiones en los gobiernos y empresas, y que los debates en los niveles estratégicos de las organizaciones son esenciales para construir el apoyo adecuado en los niveles operativos.

Fue maravilloso escuchar a ambas partes, oír las buenas y malas experiencias (de ambas partes), y al final, cada uno salió del debate con algo en que pensar… y de acuerdo con a las conversaciones que tuve en los días siguientes, muchas personas realmente han pensado !

Me tomó unos días para publicar este post porque he pensado mucho en el debate, y quisiera compartir con ustedes mis conclusiones: Nagarjuna tiene la razón

La mejor definición que conozco acerca de la locura es “seguir haciendo lo que siempre hacemos, esperando que las cosas se cambien.” Desafortunadamente, la mayoría de nosotros en la comunidad de estándares abiertos y software libre, por la naturaleza de la libertad extrema en nuestras convicciones, estamos actuando con locura.

Creo que el tiempo para aceptar y vivir en paz con el mundo privativo ha terminado, y si seguimos con la misma actitud tolerante, vamos a llegar a ninguna parte. Ha sido durante muchos años (por no decir décadas) que estamos explicando y mostrando a todos que un nuevo paradigma de desarrollo tecnológico y cultural es posible, pero todavía con demasiada facilidad para aceptar algunas cosas … (en otras palabras, seguimos haciendo casi todo de la misma manera …).

Te puedo dar mi propio caso como ejemplo. Todo el mundo sabe que trabajo y promociono el ODF, pero hay gente que sigue me enviando documentos en formatos privativos y a veces, sobre la base de la cortesía, acepto esos documentos … ¿es una locura o no?

Decidí que, a partir de ahora, un documento en un formato privativo que llegue a mis manos tendrá dos destinos posibles: la basura o el remitente … Sólo con eso, la gente que conozco va realmente aprender, al menos, a respetar mi opción de utilizar sólo un estándar abierto … No es una cuestión de radicalización, porque durante muchos años he hablado de ODF, hasta a los perros que veo en la calle … Es una cuestión de respeto.

En realidad, yo ya tengo una posición como esta en el campo del software, porque en los últimos años, sólo he utilizado software libre y una vez que he presentado mi opción de forma clara para todos, es muy raro que alguien comente conmigo acerca de un software privativo.

Como ha dijo Gandhi: “Debemos ser el cambio que queremos ver en el mundo”, hay veces en que tenemos que pasar del discurso hermoso para la práctica efectiva. De nuevo repito que para mí no es una radicalización, pero simplemente una cuestión de respeto … hemos hablado y hemos sido tolerantes durante demasiado tiempo.

El segundo día del Workshop ODF, se celebró dentro de CONSEGI, un evento de software libre y gobierno electrónico organizado por el gobierno brasileño, que crece a cada año. En este segundo día, la participación en el Workshop fue abierta a todos los participantes de CONSEGI y me sorprendió el número de participantes de CONSEGI que también ha asistido el Workshop. Los que participaron, tuvieron la oportunidad de ver un poco más sobre lo que se está haciendo acerca de los estándares abiertos, software libre y ODF en tres países: Brasil, Ecuador y Cuba. También han presenciado la entrega del ODF Award a Vitório Furusho.

ODF Award 2009 to Vitorio Furusho

En resumen, el Workshop fue excelente y el intercambio de información y experiencias que hemos hecho fue esencial. También me alegra ver que muchos de los países que participaron en el evento son países en desarrollo, y este es un mensaje muy clara a quien quiera escuchar: Estándares Abiertos y Software Libre son parte de nuestros programas de desarrollo. No es una decisión tecnológica o ideológica, sino una cuestión de soberanía.

Para ilustrar lo que es ODF en el Brasil hoy, vale la pena resaltar algunas cifras presentadas durante el Workshop (por Fabiano, de Celepar durante la presentación del Caso de Paraná y de Paulo Maia, el autor de la idea del Protocolo de Brasilia). La estimación actual es que tenemos más de 1,5 millones de usuarios de ODF sólo en los gobiernos en Brasil y con las nuevas adhesiones al Protocolo de Brasilia, vamos a superar la barrera de los 2 millones antes de finales de este año.

El CONSEGI de este año fue mejor que la edición del año pasado y lo único que estoy seguro es que el próximo CONSEGI será aún mejor. La gente de la organización de CONSEGI realmente me impresionó por su dedicación, profesionalismo y pasión con la que han trabajado en el evento (más de 3,700 asistentes).

El evento es una rara oportunidad en la que se puede presenciar un debate abierto y franco sobre la política pública y tecnología, con la participación de representantes de varios gobiernos (y estoy hablando de los representantes de la Presidencia de la República y los ministerios). Es realmente gratificante participar en esos debates.

Como Latino Americano y militante del software libre y estándares abiertos, me siento muy orgulloso de ver cómo estos temas están en la agenda de desarrollo tecnológico de la mayoría de los países de América Latina, y también ha sido un punto focal a través del cual excelentes alianzas y la cooperación tecnológica comienzan a dar resultados sólidos. Es excelente ser parte de un momento histórico como este.

El CONSEGI todavía me sorprendió por la cantidad (y calidad) de las charlas y debates sobre la cultura libre, especialmente sobre el movimiento brasileño de nombre “Música Para Baixar” - algo así como “música para bajar”  - (llamado cariñosamente “La nueva MPB), que me hace creer que la cultura de la cooperación va prevalecer y impregnar toda la sociedad.

También me ha sorprendido por la ceremonia de adhesión al Protocolo de Brasilia, que se celebró durante la CONSEGI. En esta ceremonia, la adhesión al Protocolo fue abierta a las empresas privadas, instituciones académicas y organizaciones. Ahora tenemos más de 44 firmas en el protocolo y me sorprendió por el número de empresas que se decidió a firmar el protocolo, durante la propria ceremonia de adhesión.

Aún sobre el Protocolo de Brasilia, durante la ceremonia de apertura del CONSEGI, en la presencia del presidente Lula, los representantes del Ejército y la Armada de Brasil firmaran el Protocolo. La Fuerza Aérea de Brasil ya ha firmado el protocolo en al año pasado y ahora, las tres fuerzas armadas brasileñas utilizan ODF!

Hablando sobre el presidente Lula, tuve el honor de conocerlo personalmente, minutos antes de la ceremonia de apertura del CONSEGI y estoy sorprendido por lo que he descubierto: el presidente Lula sabe lo que es ODF y su importancia para nuestro país :)

Me gustaría terminar este post agradeciendo a SERPRO, Caixa Econômica Federal y el Ministerio de Relaciones Exteriores, para ayudar con la organización y ejecución del Workshop ODF. Sin su ayuda, esto no sería posible.

También estoy agradecido por la compañía y colaboración de Marino Marcich, que ha publicado sus propias impresiones del Taller ODF aquí. Fue genial pasar unos días con Marino, discutiendo lo que hemos hecho juntos y lo que haremos en los próximos años.

Para tener una idea del éxito del Workshop ODF entre los participantes, tenemos ofertas para acoger los talleres en 2010 y 2011 y no tengo ninguna duda de que esos serán dos grandes eventos!

Las presentaciones utilizadas en el Workshop ODF serán publicadas aquí.

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El área gris de ODF

July 29th, 2009

No, el título no se refiere a cualquier parte de la especificación, pero se refiere al “ecosistema” que se encuentra actualmente en torno de ODF. Dos años atrás, cuando se trataba de ODF, sólo había tres tipos de personas en el mundo:

1 - Los que no conocían el ODF.

2 - Los que estaban a favor de ODF.

3 - Los que estaban en contra de ODF.

Fue una época donde era muy fácil se identificar cada tipo, y vivíamos en una agitada temporada, pero un tiempo de acciones claras y transparentes. Sabíamos quién era quién.

Hoy en día, las tres categorías antes citadas son prácticamente reducidas a dos:

1 - Los que no conocen el ODF.

2 - Los que están a favor de ODF.

La tercera categoría se murió ? … Más o menos …

Con el crecimiento de la adopción internacional y apoyo al ODF, es políticamente incorrecto ser contrario a el estándar, por tanto, todos los que han trabajo muy duro en contra de la adopción, difusión y el desarrollo del estándar, hoy se presentan como “soportadores de ODF”.

De hecho, son lobos con piel de cordero, trabajando en silencio para cumplir el mismo programa (ahora con una agenda oculta), pero … desde el interior sin levantar las sospechas de gente joven e ingenua en la zona.

Ahora, he tenido que ver estos chicos en listas de discusión de ODF (listas de usuarios o desarrolladores), lanzando validadores y herramientas de soporte a ODF, y por increíble que parezca, participando (o intentando) en el ODF TC.

En las listas de discusiones, lo que más me irrita es la cantidad de veces que utilizan los mismos argumentos ya superados, por copiar y pegar una gran cantidad de texto inútil de una lista a otra. Lo peor es que se toman mucho tiempo de las buenas personas que realmente trabajan con ODF, porque la cantidad de FUD que ellos propagan es alarmante. Son la industria de la desinformación.

Para ser honesto, hay una persona en particular dentro de ese grupo que, si estuviera aquí en el Brasil, la comunidad le había dado una manera: la comunidad lo hubiera expulsado. Este tipo es tan molesto, tan molesto que suele repetir los mismo argumentos estúpido y sin fundamento hacen más de tres años y todavía se encuentran personas que creen en sus estúpido argumentos, como si él supiera lo que está escribiendo … siempre la misma mierda, copiar y pegar, lista tras lista.

Si desea ver un ejemplo del tipo de cosas que esa gente es capaz de hacer, por favor, eche un vistazo a la entrada de ODF en la Wikipedia. Hace unos meses, fue una importante fuente de información sobre la norma, incluso por que contenía la mayor y más actualizada lista de aplicaciones con suporte a ODF que yo conocía. Durante algún tiempo, yo les ayudé a mantener actualizada la entrada y he contribuido con toda la información inicial sobre las adopciones de ODF en todo el mundo, y he perdido unos días para recopilar, organizar, y formatear toda la información.

Ahora la entrada es totalmente detonada y inutil.

En su primer ataque, se fue eliminada la lista completa de aplicaciones y publicaran una ridícula lista de seis suites ofimáticas, incluyendo “misteriosamente” Microsoft Office (con el plug-in de CodePlex para las versiones antiguas y 2007 a través de SP2). En la definición del estándar, lograran decir que ODF era similar a OpenXML. En la lista de adopciones, la lista que he trabajado duro para construir y mantener, encontraran una forma de hablar de OpenXML en media docena de países, incluso con con tonterías como “en el documento, OpenXML se cita”…  a quién interesa ese tipo de cosas?

Cuando se empezaran las distorciones, durante algunos días, he intentado arreglar el daño que estaban haciendo, pero vamos, estoy demasiado viejo para jugar al gato y al ratón con los delincuentes … Si quieren una entrada ODF desordenada en la Wikipedia, por favor, que la tengan, como una prueba final para demostrar que están jugando un juego muy sucio! (y lo mismo se aplica para la entrada de la ODF Alliance Wikipedia, que sufre del mismo “misterioso” problema).

Me pone muy enojado a ver en la Wikipedia un mensaje que dice que “parece haber un conflicto de intereses con su tema” acerca de las contribuciones al artículo … estamos todos a favor de ODF? O no?

Esto es exactamente lo que quieren … confundir, engañar, entorpecer, ayudar a retrasar … no! Y espero que sirva como una lección (o una advertencia) y demonstre a todos aquellos que piensan que todo está resuelto!

Cuando me disponí a escribir este post, hice una lista completa con nombres, direcciones de correo electrónico, blogs, sitios, y en algunos casos las empresas de cada uno de los “trabajadores de la área gris” que he conseguido identificar. Con la ayuda de algunos amigos de confianza en todo el mundo, también preparé una compilación de información que muestra lo cuestionable y no-tan-lejano pasado de ellos.

Como creo que una buena conversación es siempre una suma antes de la acción más enérgica, he decidido escribir este post para darles una sincera advertencia:

“Yo sé quién eres, dónde se encuentran, con quién que están relacionados, donde vienes y lo que están intentando hacer.

No me obliguen a divulgar toda esta información en este blog, porque con la capacidad de verificar la información que tenemos hoy, podemos desenmascarar ustedes de una vez por todas … y también exponer a los que están detrás de todas esas cosas.

Respeten ODF y los que trabajan honestamente en su desarrollo y difusión.

No intenten testar mi paciencia. Con usted es nula!

Deje de jugar con algo serio, y rápidamente dejen esta área gris (pueden volver a la oposición … yo me importo con ustedes). “

Antes de alguien empezar “con ideas”, le alerto que toda la información que tengo es salvaguardada con leales amigos en diversos países de todo el mundo.

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The gray area of ODF

July 29th, 2009

No, the title doesn’t refer to any part of the specification, but refers to the “ecosystem” that is currently formed around ODF.  Two years ago when the topic was ODF, there were only three types of people in world:

1 - Those who didn’t knew ODF.

2 - Those who were in favor of ODF.

3 - Those who were against ODF.

It was very easy to identify each type, and we lived in troubled times, but a time of clear and transparent actions. We knew who was who.

Today, the three categories cited above are practically reduced to two:

1 - Those who do not know ODF.

2 - Those who are in favor of ODF.

The third category died ? … Sort of…

With the growth in international ODF adoption and support, it’s becoming politically incorrect to be anti-ODF and therefore all those who have work so hard against the adoption, dissemination and development of the standard today present themselves as “ODF supporters”.

Indeed, they are wolves in sheep’s clothing, working quietly to satisfy the same agenda (now a hidden one), but from inside… without raising suspicions of many the young and naive in the area.

Now, I had to see these guys taking part in the ODF discussion lists (developers or user lists), launching ODF validators and support tools, and even participating (or trying to participate) in the ODF TC.

What irritates me most in discussions lists, is the amount of times they use to make the same arguments and copying and pasting a huge quantity of useless text from one discussion list to another. The worst is that it takes a lot of time from good people who really work for ODF, because the amount of FUD that they spread is alarming. They are the disinformation industry.

To be honest, there is a particular person within that group that, if he were here in Brazil, the community would take care of him: he would be banned. This guy is so annoying, but so annoying that he used to repeat the same stupid and unfounded arguments for more than three years and still finding people that believe his stupid arguments, as if he knows what he is writing … always the same crap, copied and pasted, list after list.

If you want to see an example of the kind of thing that those folks are able to do, please take a look into the ODF entry at Wikipedia. A few months ago, it was an important source of information about the standard, and it had the most updated ODF application list that I knew. For some time, I helped to keep that entry updated and contributed there with all the initial information on ODF adoptions around the world, and I lost a few days to collect, organize, and format all that information.

Now the entry is fully destroyed.

In their first attack, they removed the entire list of applications and reduced it to a ridiculous list of six office suites, strangely including Microsoft Office (older version with the Codeplex plug-in and 2007 through SP2). At the standard definition, managed to say that ODF was similar to OpenXML. In the list of adoptions, the list that I’ve worked hard to build and maintain, they find a way to stick OpenXML in half a dozen countries, even with nonsense like “in the document, OpenXML is quoted” … who would have an interest in those kind of things?

During some days, I tried to get up there and fix the damage they were doing but come on, I am too old to play cat and mouse with delinquents… If they want a messy ODF entry at Wikipedia, please have it, as final proof that they’re playing a very dirty game ! (and the same applies for entry ODF Alliance entry on the Wikipedia, which suffers the same “mysterious” problem).

I get very angry to seeing in Wikipedia a message stating that “appears to have a conflict of interest with its subject” about the contributions to the article … we are all in favor of ODF ? Or not ?

This is exactly what they want … confuse, deceive, hinder, delay … help to fail! And hope it serves as a lesson and proof (or a warning) to all those who think that everything is solved!

When I was preparing to write this post, I made a complete list with names, email addresses, blogs, sites, and in some cases companies of each of the “workers in the gray area” that I managed to identify. With the help of some trustable friends around the world, also prepared a compilation of information that shows the questionable not-so-distant past of those folks.

As I believe that good conversation is always paramount before a more vigorous action, I decided to write this post to give them a sincere warning:

“I know who you are, where you are, who you are related to, where you came from and what you are trying to do.

Don’t force me to disclose all this information in this blog, because with the ability to crosscheck information that we have today, we can unmask yourselves once and for all… and also expose those who are behind all those things.

Respect ODF and those who honestly work  on its development and dissemination.

Don’t test my patience. With you it’s null !

Stop playing with something serious, and quickly leave this gray area (you may return to the opposition … I don’t care about you). ”

Before someone start “having ideas,” be advised that all the information I have is safeguarded with loyal friends in various countries around the world.

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A área cinzenta do ODF

July 29th, 2009

Não, o título acima não se refere a uma parte qualquer da especificação, mas ao “ecossistema” que está formado em torno do ODF nos dias de hoje. Há dois anos atrás, quando o assunto era ODF, existiam apenas três tipos de pessoas no mundo:

1 - As que não conheciam o ODF.

2 - As que eram favoráveis ao ODF.

3 - As que eram contrárias ao ODF.

Era muito fácil conhecer cada um dos tipos, e vivíamos numa época conturbada, mas de ações claras e transparentes. Sabíamos quem era quem.

Hoje em dia, as três categorias acima estão praticamente reduzidas a duas:

1 - As que não conhecem o ODF.

2 - As que são favoráveis ao ODF.

A terceira categoria morreu ? … Mais ou menos.

Com o crescimento na adoção internacional do padrão ODF, está se tornando cada vez mais politicamente incorreto ser contra o padrão e por isso, todas aquelas pessoas que tanto fizeram para atrapalhar a adoção, divulgação e desenvolvimento do padrão, hoje se apresentam como “parceiros do ODF” ou “apoiadores do ODF”.

Na verdade, são lobo em pele de cordeiro, trabalhando sorrateiramente para cumprir a mesma agenda (agora oculta), só que do lado de dentro, sem levantar muitas suspeitas dos mais novos e ingênuos na área.

Com isso, tenho sido obrigado a ver estes caras participando de listas de discussão sobre ODF, quer sejam elas de usuários ou desenvolvedores de aplicações, desenvolvendo aplicações de validação e suporte ao ODF e pasmem, até participando (ou tentando participar) do ODF TC.

Nas listas de discussões, o que mais me irrita é a quantidade de vezes que eles utilizam os mesmos argumentos já ultrapassados, copiando e colando uma quantidade gigantesca de texto inútil de uma lista para outra. O pior é que isso toma um tempo enorme das pessoas que realmente trabalham pelo ODF, pois a quantidade de FUD que esse pessoal espalha é assustadora. São a indústria da desinformação.

Para ser honesto, existe uma pessoa em particular dentro deste grupo que se estivesse aqui no Brasil, a comunidade já tinha dado um jeito nele: seria banido. Esse cara é tão chato, mas tão chato que chega a repetir os mesmos argumentos estúpidos e infundados há mais de três anos e ainda tem muita gente que acredita que ele está falando coisa com coisa… sempre o mesmo “copiar e colar”, lista após lista.

Se vocês quiserem um exemplo do tipo de coisa que essa turma é capaz, deem uma olhada na entrada do ODF na Wikipedia (em inglês). Há pouco tempo atrás, era uma importante fonte de informação para o padrão, além de ter a lista mais atualizada que eu conhecia das aplicações que o suportavam. Durante algum tempo, eu ajudei a manter o verbete e coloquei lá todas as informações iniciais sobre adoções de ODF no mundo todo, e perdi alguns dias para coletar, organizar e formatar toda a informação.

Agora, a entrada está completamente detonada.

O primeiro ataque removeu toda a lista de aplicações e a resumiu a uma ridícula lista de seis suítes de escritório, estranhamente incluindo o Microsoft Office (versão antigas via plug-in do Codeplex e versão nova via SP2). Na definição da norma, diziam que o ODF era parecido com o OpenXML. Na lista de adoções que eu tanto trabalhei para montar, deram um jeito de enfiar OpenXML em uma meia dúzia de países, nem que fosse com absurdos como “no documento o OpenXML é citado”… quem será que teria interesse em uma coisas dessas ?

Durante alguns dias, eu até tentei entrar lá e arrumar os estragos que estavam fazendo mas na boa, não tenho mais idade para brincar de gato e rato com delinquente… Se querem a Wikipedia bagunçada, que a tenham, para que fique claro que o jogo deles é sujo mesmo !!! (e o mesmo vale para a entrada sobre a ODF Alliance, que sofre do mesmo problema).

Me dá pena ver agora na Wikipedia a mensagem de que “aparentemente existe um conflito de interesses” com as contribuições ao artigo… não somos todos favoráveis ao ODF ???

É isso que eles querem… confundir, iludir, atrapalhar, retardar… ajudar a dar errado !!! E que isso sirva de lição e de prova para todos aqueles que acham que já está tudo resolvido !!!

Quando me preparava para escrever este post, elaborei a lista completa com os nomes, endereços de e-mail, blogs, sites e em alguns casos empresas de cada um dos “operários da área cinzenta” que já consegui identificar. Com a ajuda de alguns amigos de confiança do mundo todo, preparei ainda uma coletânea de informações que comprovam o passado questionável e não tão distante dessas pessoas.

Como eu acredito que uma boa conversa é sempre primordial antes de uma atitude mais enérgica, resolvi escrever este post para lhes dar um sincero aviso:

“Eu sei quem vocês são, onde vocês estão, com quem se relacionam, de onde vieram e o que vocês estão tentando fazer.

Não me forcem a divulgar tudo isso aqui neste blog, pois a capacidade de cruzamento de informações que teremos a partir daí pode lhes desmascarar de uma vez por todas… e desmascarar ainda quem está por trás de tudo isso.

Respeitem o ODF e quem trabalha honestamente para seu desenvolvimento e divulgação.

Não testem a minha paciência. Com vocês ela é inexistente !

Parem de brincar com coisa séria, e saiam logo desta zona cinzenta (podem voltar para a oposição… eu não me importo com vocês).”

Antes que alguém fique “tendo ideias”, saiba que estas informações que tenho estão salvaguardadas com amigos fieis em diversos países do mundo.

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ODF no FISL 10

July 8th, 2009

O FISL 10 foi para mim o melhor FISL de todos os tempos, e olha que já sou veterano no evento (sim, no passado circulei como mais um na multidão durante algumas edições do FISL e foi o clima e a liberdade que respirei por ali que me deram a coragem e o ânimo necessários para as batalhas que enfrentei nos últimos anos, mas esta parte da história vocês já estão cansados de conhecer).

Há dois anos, no FISL VIII eu fui á Porto Alegre com a missão de iniciar a divulgação do ODF no Brasil e de alertar a comunidade de software livre sobre um tal OpenXML que estava sendo avaliado pela ISO. Na época, pouca gente conhecia o ODF e praticamente ninguém sabia o que era OpenXML.

Neste ano fiquei muito contente em ver que ODF é uma unanimidade por lá e que muita gente está mesmo interessada em iniciar o desenvolvimento e a integração de ODF a diversos softwares já existentes. Existe muito trabalho ainda pela frente e comento um pouco dele no artigo que escrevi para a Revista Espírito Livre deste mês (para quem ainda não conhece, é uma excelente revista sobre o Mundo Livre, desenvolvida colaborativamente e usando apenas Software Livre).

Sem dúvida nenhuma o grande momento deste FISL foi a visita e o discurso do Presidente Lula. Feito “de coração” como disse o Jon maddog Hall, o Presidente mandou um recado bem claro á todos aqueles que achavam que Software Livre no governo Brasileiro era só um modismo: É uma diretriz de Estado, faz parte do nosso desenvolvimento tecnológico.

Para quem não pode estar em Porto Alegre, ou se lá estava não pode assistir ao vivo ao discurso, recomendo que o veja aqui ou sua transcrição aqui (deve ter gente até a agora na Microsoft com dor de estômago por causa dele…).

Após o discurso, quando saí da sala onde o Presidente discursou, fiquei muito contente em ver a alegria do Furusho, pois ele havia dado um boné do ODF ao Lula e ainda tirado fotos do Lula com o boné. É por esta e por outras que o Furusho mereceu (com M maiúsculo) o ODF Awards (e detalhe: foi iniciativa dele fazer os bonés e camisetas do ODF e aturar o empurra empurra todo para poder entrega-los ao Presidente Lula… admiro mesmo este japonês maluco :) ).

Lula ODF

Acho que depois deste evento, está claro não só para os brasileiros mas para o mundo todo que aqui em nosso país Software Livre e ODF são assuntos de Estado !!!

Vamos continuar trabalhando, pois agora temos um compromisso ainda maior :)

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ODF in FISL 10

July 8th, 2009

The FISL 10 (International Forum of Free Software) was for me the best FISL ever, and I  consider myself a veteran on this event (yes, I’d anonymously circulated in the crowd on some past FISL editions and the atmosphere of freedom that I’ve breathe there gave me the courage and force to face the battles that I faced in recent years, but this part of the story most of you already know).

Two years ago, I went to the FISL VIII in Porto Alegre with the mission to start talking about ODF in Brazil and to alert the free software community that OpenXML was being evaluated by the ISO. At the time, few people knew ODF and practically nobody knew OpenXML.

This year I’m very happy to see that ODF is a unanimous at FISL and there are many people interested in starting the development and integration of ODF with several existing software. There is still much work ahead and I comment about it in this article that I wrote for the Espírito Livre Magazine (Free Spirit Magazine) on this month’s edition (available only in Portuguese, and for those who still don’t know it, it’s an excellent magazine about the Free World, developed collaboratively and using only Free Software).

Without doubt the greatest moment of this FISL was the visit and the speech of President Lula (Brazilian President). Done “from the heart”, as Jon maddog Hall commented, the President sent a clear message to those who thought that Free Software in Brazilian government was just fluff: It is a State policy and part of our development plan.

For those who wasn’t in Porto Alegre, or if was there but couldn’t watch the speech live, I recommend to see it here or its transcription in English here (I suspect that must me someone at Microsoft that is with a headache until today caused by this speech).

After the speech, when I left the room where the President spoke, I was very happy to see the joy of Furusho, because he gave an ODF cap to Lula and the crown took some photos of Lula with the cap. This is the kind of stuff that made Furusho’s work to be recognized by the ODF Alliance with the ODF Awards (and detail: it was Furusho’s initiative to produce the ODF shirts and caps and endure into the crowd to deliver them to President Lula. I really admire this crazy Nipo-Brazillian folk :) ).

Lula ODF

I think after this event, it is clear not only to Brazilians but to the whole world that here in our country, Free Software and ODF are State matters !

We’ll keep working because we now have even greater responsibility :)

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